|Quarta-feira, 18 Julho 2018

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Terremoto no Pantanal: qual foi o impacto?

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A terra tremeu em Barão de Melgaço, cidade com cerca de 8.000 habitantes localizada a 112 km de Cuiabá. Os estragos foram mínimos e não tivemos feridos. Com magnitude de 3.1 na escala de Richter, confirmado pelo Obis – observatório sismológico de Brasília -, o tremor ainda está sendo investigado. Mesmo com relatos de muitas rachaduras em casas e muros por toda a cidade, as autoridades dizem que eventos assim não trazem risco para a população local.

Se é assim, qual é o fator para mensurar os riscos para a população em casos desse tipo?

Em um artigo publicado aqui mesmo no LIVRE, eu abordei uma antiga lenda sobre a formação da baía de Siá Mariana, no Pantanal Mato-grossense. Fato que nos leva a crer que o histórico de abalos sísmicos está presente na história local e que poderia preencher muitas lacunas e questionamentos sobre o assunto na região.

Escala de Richter e a de Mercali

A medição empregada para determinar o evento ocorrido em Barão foi a escala de Richter, que vai de 0 a 10. A escala de Richter foi desenvolvida em 1935 pelos sismólogos Charles Francis Richter e B. Gutenberg, Apesar de ser a mais conhecida, seu modelo de medição em áreas urbanas não representa um valor real sobre a potência do abalo.
Em palestras tanto no Chile, quanto no Peru, aprendi muito sobre os efeitos dos tremores e valores logarítmicos que têm um impacto distinto com a mesma magnitude. A discrepância entre os efeitos de destruição é acentuada quando ocorrem em áreas habitadas ou de construções muito antigas ou precárias. A escala Richter e a MW são limitadas em avaliações de intensidade, levando em conta que eles medem a intensidade absoluta e não o impacto em áreas urbanas.

A escale de Mercali deveria ser lavada em conta, pois tem como base os efeitos e danos em estruturas e relatos dos habitantes em proximidades do tremor. Um mesmo tremor teria sua classificação de magnitude bem diferente, já que essa medição depende dos efeitos registrados. Apesar da escala Mercali foi desenvolvida pelo sismologo italiano Giuseppe Mercalli em 1902 e, mesmo sendo anterior à escala de Richter, países como Chile, Peru, Equador, Mexico e outros a utilizam para determinar o impacto real.

Deixo aqui as referências da Escala de Mercali para que vocês tirem suas conclusões: https://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u618540.shtml

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Tremor en el Pantanal: ¿cuál fue el impacto?
La tierra tembló en Barón de Melgaço, ciudad con cerca de 8.000 habitantes ubicada a 112 km de Cuiabá. Los estragos fueron mínimos y no tuvimos heridos. Con magnitud de 3.1 en la escala de Richter, confirmado por el Obis – observatorio sismológico de Brasilia -, el temblor todavía está siendo investigado. Incluso con relatos de muchas grietas en casas y muros por toda la ciudad, las autoridades dicen que eventos así no traen riesgo para la población local.
Si es así, cuál es el factor para medir los riesgos para la población en casos de ese tipo?
En un artículo publicado aquí mismo en el LIBRE, he abordado una antigua leyenda sobre la formación de la bahía de Siá Mariana, en el Pantanal Mato-grossense. Hecho que nos lleva a creer que el histórico de sacudones sísmicos está presente en la historia local y que podría llenar muchas lagunas y cuestionamientos sobre el asunto en la región.
Escala de Richter y la de Mercali
La escala de Richter fue desarrollada en 1935 por los sismólogos Charles Francis Richter y B. Gutenberg, a pesar de ser la más conocida, su modelo de Richter, de medición en áreas urbanas no representa un valor real sobre la potencia de la sacudida.
En conferencias tanto en Chile, como en Perú, aprendí mucho sobre los efectos de los temblores y valores logarítmicos que tienen un impacto distinto con la misma magnitud. La discrepancia entre los efectos de destrucción es acentuada cuando ocurren en áreas habitadas o de construcciones muy antiguas o precarias. La escala Richter y la MW se limitan a las evaluaciones de intensidad, teniendo en cuenta que miden la intensidad absoluta y no el impacto en las zonas urbanas.
La escalera de Mercali debería ser lavada en cuenta, pues tiene como base los efectos y daños en estructuras y relatos de los habitantes en las proximidades del temblor. Un mismo temblor tendría su clasificación de magnitud muy diferente, ya que esa medición depende de los efectos registrados. A pesar de la escala Mercali fue desarrollada por el sismólogo italiano Giuseppe Mercalli en 1902 y, aunque era anterior a la escala de Richter, países como Chile, Perú, Ecuador, México y otros la utilizan para determinar el impacto real.
Dejo aquí las referencias de la Escala de Mercali para que ustedes sacan sus conclusiones: https://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u618540.shtml 

COMENTÁRIOS

  1. O Livre deberia tener un poco de respeto por sus lectores y llamar a un sismologo cuando se trate de hablar de sismos reales. El gordito no sabe nada de ellos y confunde, sin aclarar nada.
    La gente se asusto con un sismo de magnitud 3.1 porque fue superficial, a menos de 10 km de profundidad, y en un terreno de relleno de aluvion y pantanoso, el que se comporta como si fuera gelatina. Los terremotos cercanos y superficiales suelen ser ruidosos, y el ruido colabora a que la gente se asuste mas.
    En todo el mundo, menos los japoneses, se utilizan las escalas de Richter, para conocer la cantidad de energia que libera un terremoto y la escala de Mercalli para saber los daños que produce ese terremoto. El gordito tiende a confundir estas dos escalas.
    Para las intensidades los japoneses tienen su propia escala. El ultimo terremoto importante que sufrieron, en Osaka, con perdidas personales y materiales, lo definieron como -6, que equivale a un terremoto fuerte.
    El terremoto de Japon no lo vaticino el gordito. Y los terremotos vaticinados por el para Peru y Ecuador no se han producido, hace rato que se cumplio el plazo.

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