|Quarta-feira, 18 Julho 2018

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Estudo aponta os 25 países mais armados do mundo

Dos 25 países mais armados do mundo, nenhum figura entre os mais violentos e mais de 30% apresentam taxas inferiores à um homicídio por cem mil habitante, trinta vezes menos que o Brasil.

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A Small Arms Survey, organização não governamental sediada em Genebra, na Suíça, divulgou em junho deste ano a prévia do seu mais novo estudo “Estimating Global Civilian-held Firearms Numbers” – uma estimativa de armas de fogo nas mãos de civis no mundo e os 25 países mais armado são:

De acordo com as estimativas da organização, os Estados Unidos possuem quase 400 milhões de armas de fogo nas mãos da população, ou seja, mais de uma arma para cada habitante do país. Em 2007, também de acordo com a Small Arms Survey, esse número era de 275 milhões, portanto houve um implemento de 125 milhões de armas nos últimos dez anos. São, em média, 12,5 milhões de novas armas por ano ou mais de um milhão de armas comercializadas por mês!

Se a tese de que, inexoravelmente, mais armas significam mais crimes, deveria haver uma explosão de violência proporcional nos EUA com a entrada de milhões de armas em circulação, mas isso simplesmente não aconteceu! A taxa de homicídios no período praticamente não variou e se manteve sempre próxima de cinco homicídios por cem mil habitantes, seis vezes menor que a taxa brasileira. Teses esdrúxulas disfarçadas de “estudo”, como é o caso de uma conduzida por um ex-diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) que afirma que a cada 1% de aumento nas armas em circulação há 2% a mais de homicídios – tese já refutada pelo pesquisador Fabrício Rebelo – recebem uma derradeira pá de cal.

Dentre os 25 países mais armados do mundo, absolutamente nenhum figura entre os mais violentos ou com maiores taxas de homicídios, pouco importando as gritantes diferenças de IDH, econômicas, culturais, região ou, até mesmo, conflagrações internas, como é o caso do Iraque. Dos 25, dez possuem menos de um homicídio por cem mil habitantes; doze deles têm entre um e cinco, e apenas o Iraque se aproxima da taxa de dez homicídios – mesmo assim, três vezes menor que a taxa do Brasil.

Importante notar que, como já demonstrei acima, assim como nenhum dos países mais armados do mundo figurem entre os mais violentos, a recíproca se mostra parcialmente verdadeira. Entre os 25 países com as maiores taxas de homicídios encontramos El Salvador, Honduras e Venezuela, os três primeiros colocados em assassinatos e, adivinhem, todos eles com legislações fortemente restritivas. O Brasil, país do Estatuto do Desarmamento, ostenta a honrosa 12ª colocação entre os países mais violentos.

As estimativas não são absolutamente precisas e o próprio autor reconhece isso exatamente pela dificuldade em contabilizar as armas ilegais. Exemplo disso é a quantidade de armas estimada para o Brasil, aproximadamente dezessete milhões, o que deixaria o Brasil com uma taxa de 8,5 armas para cada cem habitantes. O número me parece bastante inflacionado, pois mesmo se somássemos todas as armas produzidas aqui desde o Brasil império até hoje, as importadas, as contrabandeadas e até mesmo as manufaturadas, não chegaríamos a esse montante. De qualquer forma o estudo é uma importante ferramenta de análise e entendimento, porém, como não parece corroborar com a narrativa desarmamentista, seguirá sendo ignorado pelos “especialistas” que pululam por aí.

Dentre todas as conclusões que podemos tirar, talvez a mais importante e inequívoca é que a maioria esmagadora de proprietários de armas não cometem qualquer crime violento. Só isso já seria o suficiente para que abandonássemos a ideia de que uma sociedade armada é menos segura e todo dono de arma é um assassino em potencial.

COMENTÁRIOS

  1. Small Arms Survey…. Kkkk de fato uma ONG de muita credibilidade associada a fabricante de armas. Que outros fatores foram avaliados? Só vcs mesmo. Informação vazia e pesquisa e “pesquisa superficial”

    • Contra fatos não há argumentos, pesquise vc mesmo e terá os mesmos dados q outros “especialistas” sofismáticos omitem para criar uma fictícia realidade contra a realidade fatos e impor seus achismos ditatoriais…se vc prefere permitir q estuprem e matem sua mãe e família sem exercer seu direito a legítima defesa tbm é direito seu, mas ele acaba quando se inicia o direito alheio dentro de qq propriedade privada (ou não).

  2. Excelente artigo. Contra números eh difícil argumentos. Pena que esse artigo não aparece nas primeiras páginas do UOL, globo dentre outros que não tem nenhum compromisso com a verdade.

  3. O desarmamento, provavelmente estava no plano desses vagabundos que caíram, para que a população não tivessem como lutar na retomada do país. Nada a ver com homicídio.

  4. Contra fatos e dados não é possível à retórica desarmamentista se estabelecer. Vejam só os exemplos de Uruguai e Portugal, povos culturalmente muito próximos dos brasileiros, com uma quantidade de armas de 3 a 4 vezes a brasileira e com uma taxa de homicídios anual por arma de fogo, quase inexistente! A verdade é uma só; além do adestramento mental incapacitante que os comunas gramscistas vem realizando em grande parte dos nossos jovens estudantes após os militares deixarem o poder, a maioria das grandes organizações de mídia do nosso país, também defendem este método de subjugar o povo, em benefício da revolução cultural que ajudam a implementar.

  5. Ideologicamente desonesto,o artigo convenientemente desconsidera dois fatos;1- a maioria dos países não era violenta antes da disseminação do porte/aquisição de armas, já havia leis e um ambiente de segurança;2-essa disseminação não se deu num ambiente de violência como o que temos no Brasil. Liberar essa disseminação por aqui, antes de domarmos a selvageria do nosso cotidiano, será uma estupidez criminosa.

    • kkkk e os bandidos agradecem (assassinos comuns ou comunistas? É para estes q vc dirige tal comentário só pode, estúpido ou cúmplice de banditismo ou será q o estúpido aqui é vc? kkkk mas vc pode ser, é direito seu, mas ditadores não respeitam direitos não é msm…aiai, tem q rir p não chorar, ignoremos mais de 60% da população em Referendo…enfim, contra fatos não há argumentos, pesquise vc mesmo e terá os mesmos dados q outros “especialistas” sofismáticos omitem para criar uma fictícia realidade contra a realidade dos fatos e impor seus achismos ditatoriais…se vc prefere permitir q estuprem e matem sua mãe e família sem exercer seu direito a legítima defesa tbm é direito seu, mas ele acaba quando se inicia o direito alheio dentro de qq propriedade privada (ou não).

  6. Creio que os comentários devem vir, na medida do possível, desprovidos de conotações ideológicas. O Governo ignorou solenemente os resultados do plebiscito realizado, à época, pelo cafajeste do Renan Calheiros, e dificultou mais ainda para o cidadão de bem a aquisição e o porte de arma defensiva, tipo um .38 ou uma pistola .380, sob a alegação de que ocorreria um banho de sangue. Em princípio, até concordo, pois uma criança criada só em apartamento quando vai para um espaço amplo ela corre o tempo todo até ficar exausta, e se for levada com frequência a um espaço aberto para brincar acabará se acostumando com aquele espaço e não irá mais correr e correr até cair de cansada. Com armas é a mesma coisa, quando se fala de uma população manietada. Já vi casos e casos em que um determinado cidadão evitou um assalto na sua residência e botou o bandido para correr apenas porque, naquele momento, estava devidamente armado. O problema está nas leis brasileiras, que são lenientes. Falo como policial, hoje aposentado, que sofreu duas tentativas de assalto e que só sobreviveu porque estava armado. Nos Estados Unidos, onde a aquisição e o porte são livres, o crime mais comum é o tráfico de drogas. Lá, se um cidadão usar INDEVIDAMENTE sua arma, tipo atirar ou ameaçar alguém por briga de trânsito, pega, no mínimo, 10 anos de prisão sem direito a recurso nenhum, bem diferente da legislação brasileira que permite recursos e mais recursos. Lá não existe essa excrescência jurídica chamada “réu primário”. Só aqui. E como o cidadão americano sabe que a Justiça lá é muito rigorosa ele não brinca com arma. Só irá utilizar sua arma se for REALMENTE necessário. No Brasil, se entra um bandido de arma em punho na casa de um cidai de bem e este reage matando o bandido para defender sua casa e sua vida e a vida da família, quem vai preso é ele porque matou uma “vítima da sociedade”. Nos Estados Unidos, depois de realizada a devida investigação e provado que o cidadão de bem apenas se defendeu do bandido, ele é absolvido por legítima defesa. Aqui, vêm ONGs de direitos humanos, vem padre, vem pastor, promotor, juiz, a velhinha da esquina, o escambau, para ferrar o cidadão que matou um bandido que era um elemento absolutamente inútil para a sociedade. Esse é o nosso Brasil. Finalizando este comentário, que já virou um livro, recomendo para aqueles que são contra a aquisição e porte de armas para cidadãos de bem, que, antes de postarem comentários sem conteúdo que se preze, que pesquisem e estudem bem o assunto. Mas brasileiro não gosta de pesquisar nem de estudar coisa nenhuma, prefere falar asneiras ao sabor da empolgação do momento. Até a próxima!

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