13 de janeiro de 2018 - 18:00

Confira as frases que marcaram a semana

Teve superação na Corrida de Reis, casal youtuber e até "porrada de brincadeira"

da Redação

via GIPHY

“Me perguntaram por que eu estava chorando, falei ‘gente, estou chorando porque vi o sol’, eu pensei que eu não ia ver o sol mais. E hoje foi assim, passa um filme na cabeça, uma gratidão muito grande, uma permissão de vida, de estar viva e de mostrar, para quem está no mesmo tratamento, que nós também podemos ter qualidade de vida”, disse Maria Vandelice de Souza Galvão, 45 anos, que tem um câncer incurável e completou a Corrida de Reis no último domingo. 

 

“Logo vem os primeiros sinais, afinal, a agressão não é só a física. E é aí que erramos, em achar que vão mudar, que nunca farão o mesmo. Sim, pode ser, não farão a mesma coisa e sim pior!”, escreveu a mato-grossense Mel Di Pietro, que denunciou a agressão física do namorado no Facebook

via GIPHY

“Se a pessoa gosta mesmo, realmente quer seguir na carreira de youtuber, é bom ter bastante ânimo, não desistir, porque no início é bem difícil, ainda mais se você não tiver alguém para te ajudar a elaborar os vídeos e editar”, disse Juuh. "E não pensar no dinheiro, porque antigamente ganhava muito dinheiro mexendo com o Youtube, hoje já reduziu em mais de 200%. O povo pensa, ‘ai eu vou mexer com Youtube e vou ficar rico’, não é bem assim, tem canais de 100 mil visualizações que não tira nem 100 dólares por mês”, completou Mateus. Juntos, o casal possui quase 1 milhão de seguidores do Youtube.

via GIPHY

“Livro não é para encher a barriga mesmo, livro enche a cabeça, faz a pessoa crescer, poder melhorar a vida e encher a própria barriga depois”, disse Clóvis Matos, o Papai Noel Pantaneiro, após crítica que pedia que ele parasse de distribuir livros, porque "livro não enche barriga".

 

via GIPHY

“É como se fosse uma roda punk, mas uma brincadeira de criança de ‘lutinha’, só que envolvendo adultos”, explicou o criador de evento que promete reunir jovens para duas horas de "porrada" na Arena Pantanal. Segundo ele, será tudo na broderagem, sem apologia à violência.

via GIPHY

“Se fosse sempre férias, a gente estava rico”, disse irmão de Zé da Pipa que chega a vender até 600 unidades em alta temporada do brinquedo. A lojinha de pipa do CPA costuma formar longas filas no local em época de férias.