13 de setembro de 2017 - 06:00

Depois de terremoto em MT, outras regiões do Brasil devem ter abalos

Nos próximos 60 dias, há forte probabilidades de que um evento moderado ocorra entre o Chile e a Argentina com reflexo no Brasil

Aroldo Maciel

, da Redação

Mato Grosso despertou apreensivo na última segunda-feira (11/9). Dois tremores abalaram cidades do estado, mesmo o Brasil sendo conhecido como um país supostamente livre de terremotos. Pelo que vimos, isso não é totalmente verdade.

Se esses dois abalos já causaram certa preocupação, por que não torna-la em prevenção? Vou embasar melhor a minha sugestão: nos próximos 60 dias, há forte probabilidades de que um evento moderado ocorra entre a costa central do Chile e o norte de Santiago del Estero, na Argentina. Se confirmado, mesmo com a grande profundidade, algumas  cidades no Paraná, São Paulo e Minas Gerais devem sentir  os reflexos.

A ideia aqui é seguir o raciocínio onde o abalo ocorrido na Rússia seguiu adiante e acabou causando o terremoto do México. Nas próximas semanas, ele deve desencadear outros evento moderados. Um deles deve ser de aproximadamente 6.6 graus no sul do país, de onde escrevo, pois me pediram para explicar essa sequência in loco.

No caso de Mato Grosso, o abalo foi fraco, se comparado, por exemplo, ao que ocorreu no México há pouco mais de uma semana. Em Araguaiana, o pequeno tremor de magnitude 3.2 na escala Richter, em um país preparado, não seria suficiente nem para acordar uma pessoa, mas o Brasil é frágil nesse quesito.

Venho alertando, dada a frequência com tremores vêm sendo sentidos no Brasil, para a necessidade de revisão da política de segurança, sobretudo na região. Não esperemos tragédias para perceber que também estamos suscetíveis a abalos, ainda que menores que em outros países.

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Después de un terremoto en MT, otras regiones de Brasil deben tener sacudidas

Mato Grosso despertó aprehensivo el pasado lunes (11/9). Dos temblores sacudieron ciudades del estado, incluso Brasil siendo conocido como un país supuestamente libre de terremotos. Por lo que hemos visto, eso no es totalmente cierto.

Si estos dos sacudones ya han causado cierta preocupación, ¿por qué no la convierten en prevención? Voy a embasar mejor mi sugerencia: en los próximos 60 días, hay fuertes probabilidades de que un evento moderado ocurra entre la costa central de Chile y el norte de Santiago del Estero, en Argentina. Si eso se confirma, incluso con la gran profundidad, algunas ciudades en Paraná, São Paulo y Minas Gerais deben sentir los reflejos.

La idea aquí es seguir el raciocinio donde el sacudido ocurrido en Rusia siguió adelante y acabó causando el terremoto de México. En las próximas semanas, debe desencadenar otros eventos moderados. Uno de ellos debe ser de aproximadamente 6.6 grados en el sur del país, de donde escribo, pues me pidieron que explicara esa secuencia in loco.

En el caso de Mato Grosso, la sacudida fue débil, no se compara, por ejemplo, a lo que ocurrió en México hace poco más de una semana. En Araguaiana, el pequeño temblor de magnitud 3.2 en la escala de Richter, en un país preparado, no sería suficiente ni para despertar a una persona, pero Brasil es frágil en ese aspecto.

En el caso de Brasil, para la necesidad de revisión de la política de seguridad, sobre todo en la región. No esperemos tragedias para percibir que también estamos susceptibles a sacudidas, aunque sean menores que en otros países.

Assinatura Coluna Aroldo